Ato médico não!


O protesto continua pessoal!

Já aconteceram manifestos no pais inteiro, mas a lei ainda pode ser aprovada. O projeto de lei do Ato Médico estabelece a presença obrigatória de um médico para que os profissionais da saúde possam socorrer a população. No entanto, boa parte dos médicos não quer trabalhar em regiões afastadas (periferia e zonas rurais). Assim a população seria privada do atendimento dos profissionais da saúde que atuam nessas regiões. O projeto inviabilizaria o Sistema Único de saúde e violaria o direito do indivíduo de ir e vir e de fazer suas escolhas, garantido pela Constituição Federal.

Se aprovado será considerado crime a prática de vários atos que os profissionais da saúde estão exercendo há muito tempo. Além de conseqüentemente impedir a regulamentação de outras profissões da saúde como, por exemplo, a estética.

Porém, todos manifestantes deixam claro, ninguém é contra a aprovação de uma lei que regulamente a profissão de médico. No entanto esse projeto de lei acaba prejudicando a autonomia dos profissionais e o livre acesso da população.

“O movimento “não ao ato médico” supera qualquer disputa corporativista, trata-se luta pela garantia do modelo de Saúde Pública que queremos no nosso país – que é o SUS – atendimento integral, público, multidiciplinar, gratuito, com qualidade. As diferentes profissões da área da Saúde devem ter suas regulamentações, isso é importante para garantir a qualidade do serviço prestado ao usuário, com as “interfaces” do trabalho multidiciplinar preservadas no sentido das atribuições de da autonomia de cada uma.

A participação das pessoas no movimento em 27 de fevereiro e a “mobilização Nacional” em 09 de Março foi otima! Estudantes e profissionais de várias formações universitárias, usuários dos serviços de saúde pública, enfim, todos juntos em favor da cidadania. em defesa da Saúde Pública!”, afirmou o Conselheiro Regional de Psicologia, Leandro Gabarra.

Quer participar?

Organize uma manifestação! Veja no site www.atomediconao.com.br endereços e preços das empresas de ônibus e vários modelos de carta para universidades, imprensa, profissionais, estudantes e sociedade.

Entre em contato com sindicatos, associações e conselhos da saúde para obter maiores informações.

Cristiane Sampaio

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