Médicos adiam a greve em Ribeirão Preto


  Sindicato dos Médicos vão esperar decisão do Ministério Público para tomar providências

A possível paralisação que seria feita pelos médicos teve baixa adesão, e foi descartada por tempo indeterminado. Na noite da última quarta-feira, apenas 25 médicos compareceram à Assembleia, no sindicato dos médicos, um terço do número de presentes nas assembleias anteriores.

O objetivo da paralisação seria uma maneira de pressionar a administração municipal a cancelar o contrato com a OSCIP, que assumiu o atendimento no período noturno nos setores de urgência e emergência na UBDS Central.

A contratação da empresa custou aos cofres públicos R$ 1.545.834,84 durante o período de três meses, podendo ser prorrogado por mais três. A OSCIP contratou trinta e seis médicos até o momento e para o atendimento na UBDS Central se normalizar seriam necessários cerca de 55 profissionais, que a OSCIP está terminando de contratar.

A greve ainda não chegou a ser colocada em pauta e os médicos decidiram aguardar os próximos acontecimentos para ser colocada em pauta. “O Ministério Público abriu inquérito para investigar a OSCIP, vamos esperar as medidas que serão tomadas pelo órgão para entrarmos ou não em greve”, completa o presidente do sindicato dos médicos, Renato Arena.

por Nicole Pinez

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